(Source: stopejectxx, via begin-agin)
(Source: stopejectxx, via begin-agin)
(via analisa-dor)
(Source: 1924us, via gthegentleman)
Laughter echoing through the streets
Fellow fighters! I would like to share my story about this night when Sao Paulo lost all its inocence. The people can’t be repressed anymore. Now it’s time!
During all the attacks we’ve been through today — since the Roosevelt Square one, when the…
http://www.youtube.com/watch?v=AsusB_Eglvk
http://www.youtube.com/watch?v=IyiQH4QAbuQ
É interessante notar a mudança de postura tomada pelo jornalista Arnaldo Jabor em menos de 2 anos. Mas nos atentemos criticamente ao segundo vídeo.
Arnaldo Jabor, logo de início, trata de criminalizar os protestos em São Paulo comparando-os com ataques de organizações criminosas, esquecendo-se que ali naqueles protestos há simplesmente representantes da sociedade civil clamando pelo seu direito de ter transporte de qualidade, acessível. E fazendo valer o seu direito como cidadão pagador de impostos. Impostos estes dignos de uma Monarquia medieval – corrupta e displicente em relação a população, mas que são cobrados em uma República Federativa contemporânea, não menos corrupta ou displicente.
Ele usa como base de seus argumentos: o elevado número de ‘filhos de classe média’. Obviamente seria muito mais fácil para a polícia e para o Estado que todos fossem muito pobres, pobres para serem fáceis de dominar, pobres o suficiente para não terem tido acesso a uma educação de qualidade e não terem argumentos para se defender. Para não serem capazes de filmar e divulgar as atrocidades que lá ocorreram. Pobres também de coragem para que não continuassem protestando diante de tais represálias. E por fim, pobres de ideologia, para que de noite, ao chegar em casa sintonizassem na rede globo e afirmativamente balançassem a cabeça mediante dessas tolas afirmações e se sentisse como um criminoso idiota por ter protestado por míseros 20 centavos. Deixando claro que isso é por mais do que 20 centavos.
Estamos enferrujados na Arte de protestar, protestar mesmo, um movimento grande, por uma grande causa. Quando foi mesmo? 1992? Eu sequer era nascido e muitos sequer se lembram. Fomos ensinados a ser complacentes, a aceitar e calar. Esse é um novo começo, uma retomada do espirito de inquietude dos jovens brasileiros. Temos que mudar o país.
‘Parafraseando’ Arnaldo e sobre o próprio Arnaldo: Esse cara vive num presente de ilusão, ele é o que há de podre na atualidade brasileira e que os meios de comunicação vivem defendendo por aqui. Realmente, esse senhor de ideias voláteis vale menos que 1 centavo.
Mas em uma coisa eu concordo com ele: “Os policiais são muito mal remunerados.” Assim como são muito mal treinados e mal coordenados.
Wesley Henrique Sousa, 18.
Estudante.
Belo Horizonte – Minas Gerais.
Mais informações sobre os protestos em São Paulo e vídeos: http://feridosnoprotestosp.tumblr.com/
E quando as bombas atingem pessoas que estavam apenas indo ou voltando do trabalho na Avenida Paulista, entre a Pamplona e a Alameda Campinas? O vídeo é de má qualidade com o único celular com carga que havia disponível na minha mão, mas que mostra o pavor criado desnecessariamente na área assim que uma bomba explodiu.
Mas a maior cena de ironia que vi na minha vida foi quando tirei essa foto:
http://instagram.com/p/ahUbYfy5p1/
A tropa de choque passava em frente ao MASP no sentido Consolação-Paraíso - para logo depois fazerem o percurso inverso - quando a população em geral começou a aplaudi-los no momento em que os veículos da Polícia Militar estavam parados no farol. E baixinho, aos sorrisos, esbravejavam palavras carinhosas (só que não!) como “assassinos”, “covardes”, “selvagens”, “brutamontes”, “nazistas”, “filhos da p*ta”, “miseráveis”… entre outros.
Apenas uma senhora destoava do coro, revoltada dizendo “esses vagabundos tem mais que ir pra cadeia, descer o porrada nessa corja”. Não sei o porquê dela ter ficado braba comigo só porque ela ouviu eu perguntando para um outro rapaz se ela era mãe de um torturador da ditadura ou avó do Hitler.
E sobre a bomba: agradeço imensamente quem a lançou no exato lugar onde eu estava parado poucos segundos antes. Eu queria apenas voltar para casa depois de começar um dia de trabalho prejudicado com uma greve da CPTM e terminar quase parando neste tumblr como mais um ferido nessa manifestação justa.
Manifestantes (pacíficos), estou com vocês!
Fotógrafo é atingido em confronto entre polícia e manifestantes
ASSISTA AO VÍDEO: http://terratv.terra.com.br/videos/Noticias/Brasil/Cidades/4828-474170/Fotografo-e-atingido-em-confronto-entre-policia-e-manifestantes.htm
(via feridosnoprotestosp)
Estou escrevendo esse texto em pé, porque está difícil de sentar. Fui atingido por uma bala de borracha nas nádegas enquanto protegia um garoto que, em prantos em meio à fumaça e às bombas que jogavam em nossas cabeças - meu ouvido esquerdo está zunindo até agora-, um garoto que só conseguiu me…
Repórter da Carta Capital é detido por portar vinagre
SD PM Leandro Silva: Tira a sua [mochila] também.
Eu: Eu sou jornalista, amigo. Você quer a minha identificação?
SD PM Leandro Silva: Não, não. Não precisa não.
Piero: Tem vinagre aqui dentro. Tem algum problema?
SD PM Leandro Silva: Tem. Vinagre tem.
Piero: Por quê?
SD PM Leandro Silva: Pode ir lá [ser revistado]
Fonte: http://www.cartacapital.com.br/politica/em-sao-paulo-vinagre-da-cadeia-4469.html
(via feridosnoprotestosp)
Grupo de advogados e estudantes se organizando para prestar assistência aos manifestantes presos.
Em Istambul ou na Avenida Paulista, o gás que reprime as manifestações é o mesmo - e tem fabricação brasileira. A cápsula da foto foi recolhida pela equipe da Pública durante as manifestações hoje [13/06/2013], em São Paulo.